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Livro: Lucas Capítulo: 1 Versão: Almeida Revista e Atualizada 00:00 Reflexão 00:44 Leitura do capítulo 📘 Introdução: O Evangelho de Lucas inicia com um prólogo solene e cuidadoso, apresentando uma narrativa histórica e ordenada. O capítulo 1 estabelece o cenário divino para a vinda do Salvador, entrelaçando as histórias sobrenaturais de dois nascimentos: João Batista, o precursor, e Jesus, o Messias, destacando a fé, a obediência e o cumprimento das promessas de Deus. 📝 Resumo: O sacerdote Zacarias, servindo no Templo, recebe a visita do anjo Gabriel, que anuncia o nascimento de João Batista, um filho que preparará o povo para o Senhor. Por duvidar, Zacarias fica mudo até o nascimento (vs. 5-25). No sexto mês, Gabriel visita Maria em Nazaré, anunciando que ela conceberá, pelo Espírito Santo, o Filho do Altíssimo, Jesus. Maria visita sua prima Isabel, que, cheia do Espírito Santo, a saúda como "mãe do meu Senhor" (vs. 26-56). João nasce, Zacarias recupera a fala e profetiza, louvando a Deus pela redenção que se aproxima (vs. 57-80). ❗O capítulo é muito longo para ser colocado aqui, então deixo alguns dados interessantes sobre o capítulo 1 de Lucas. Obrigado por se inscrever neste canal e dar seu like. Deus o abençoe. 💭 Dados interessantes: 1. O Prólogo Clássico (v. 1-4) Lucas, o único escritor gentil do NT, começa seu evangelho com um prólogo formal no estilo dos historiadores gregos (ex.: Tucídides). Ele menciona "muitos" que já haviam escrito relatos, mostra que investigou "com cuidado" e dedica a obra a "Teófilo" (que significa "amigo de Deus"), possivelmente um patrocinador ou representante dos leitores gentios. 2. A Incredulidade de Zacarias (v. 18) Zacarias, um sacerdote idoso, duvida da promessa do anjo porque ele e Isabel eram "avançados em dias". Sua punição (ficar mudo) não é apenas castigo, mas um sinal (v.20). Enquanto o templo era lugar de fala (orações), ele é silenciado. Sua mudez cria um contraste: o silêncio no templo versus o cântico inspirado que virá (o Benedictus) fora dele. 3. "Não Bebo Vinho Nem Bebida Forte" (v. 15) A instrução sobre João Batista ("não beberá vinho, nem bebida forte") o coloca sob o voto de nazireu (Nm 6:1-4), geralmente temporário. Mas para João é perpétuo, ligando-o a figuras como Sansão (Jz 13:4-5) e Samuel (1Sm 1;11), que eram nazireus desde o ventre para uma missão especial de libertação/julgamento. 4. "Alegria e Regozijo" no Nascimento de João (v. 14) O anjo diz que muitos se "alegrarão" com o nascimento de João. Esta alegria ("alegria e regozijo", ARA) ecoa as promessas de regozijo na vinda messiânica (ex.: Is 12:6). João não é o Messias, mas sua chegada é a primeira nota da alegria escatológica. 5. "Cheia de Graça" (v. 28) A saudação do anjo a Maria, "Alegra-te, muito favorecida!" (ARA), traduz o grego kecharitōmenē, um particípio perfeito passivo que indica um estado permanente de ter recebido graça. Não é um elogio a seus méritos, mas uma declaração de que Deus a encheu de favor imerecido para sua missão única. 6. A Sombra do Altíssimo (v. 35) O anjo explica a concepção de Jesus: "descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra". O verbo "envolver" (episkiazō) é o mesmo usado para a nuvem da glória de Deus (Shekinah) que cobria o Tabernáculo (Êx 40:35). Maria se torna, simbolicamente, o novo santuário onde Deus se encarna. 7. O Magnificat: Um Cântico Revolucionário (v. 46-55) O cântico de Maria ecoa fortemente o cântico de Ana (1Sm 2:1-10) e vários salmos. Ele celebra uma inversão divina da ordem social: derruba poderosos, exalta humildes, farta famintos e despede ricos de mãos vazias. É um manifesto do Reino de Deus antes mesmo de Jesus nascer. 8. "Chamarás o Seu Nome João" (v. 60) Quando Isabel insiste que o menino se chame João (que significa "Deus é gracioso"), contra a tradição familiar de usar nomes de antepassados, ela age por revelação divina. A cena do debate público sobre o nome e a escrita de Zacarias ("João é o seu nome", v.63) estabelece a identidade profética única da criança. 9. Zacarias Fala Profeticamente (v. 67) Assim que recupera a fala, Zacarias fica "cheio do Espírito Santo" e profetiza (o Benedictus). Seu cântico é diferente do de Maria: foca na redenção nacional de Israel e no papel de João como precursor que preparará o povo (v.76-77). É uma profecia claramente sacerdotal, ligando Jesus ao "sol nascente das alturas" (v.78), imagem messiânica de Malaquias 4:2.