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JUNG, C. G. O bem-dotado. In: O desenvolvimento da personalidade. Petrópolis: Vozes, 2014. (Coleção OC 17). “Entre os diversos temas de redação, que não eram muito estimulantes, acontece que certa vez um me interessou. Pus-me a trabalhar seriamente e procurei apurar as frases com todo o cuidado. Antegozava com alegria ter feito a melhor composição ou pelo menos uma das melhores, e assim entreguei o trabalho ao professor. Ao devolver os trabalhos, ele costumava comentar em primeiro lugar a melhor redação, e depois as outras, pela ordem de valor. A minha não foi a primeira, nem a segunda, nem a terceira. Todas as demais vieram antes da minha, que deveria ser a mais fraca por vir em último lugar. Ao comentá-la, o professor tomou fôlego e em tom ameaçador disse as seguintes palavras: ‘A composição de Jung é sem dúvida a melhor de todas, mas ele não se esforçou e apenas lançou tudo ao papel com despreocupações e leviandade. Por isso não merece nenhuma nota’. Interrompi o professor: “Não é verdade; nunca trabalhei tanto numa composição como desta vez”. ‘É mentira!’ – gritou o professor – ‘Veja só fulano (o que havia feito o pior trabalho). Ele pelo menos se esforçou e saberá ocupar o seu lugar na vida, mas você não o conseguirá, pois com habilidade e logro não se chega a nada’. Calei-me, e a partir de então não fiz absolutamente mais nada para as aulas de alemão.” (p. 188). “Crianças talentosas costumam ser mal-acostumadas e gostam de ser tratadas de modo diferente. Foi isso que percebeu aquele meu antigo professor, e aproveitou o ensejo para me aplicar um knock-out moral, do qual, infelizmente, eu não soube tirar na ocasião as conclusões visadas. Desde então, porém, aprendi que meu professor foi como que um instrumento do destino. Foi ele o primeiro a me fazer saborear que os presentes dos deuses têm sempre dois lados, um claro e outro escuro.” (p. 197). VIRGOLIM, A. M. R. Altas habilidades / superdotação: um diálogo pedagógico urgente. Curitiba: Intersaberes, 2018. “A Política Nacional de Educação Especial (Brasil, 1994, p. 11) traz a seguinte definição para as pessoas com altas habilidades/superdotação: Estudantes com altas habilidades/superdotação demonstram potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes, além de apresentar grande criatividade, envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse.” (p. 102). Há o “modelo dos três anéis”, de Joseph Renzulli, envolve alguns aspectos, como (a) habilidade acima da média, (b) criatividade e (c) envolvimento com a tarefa. Há também o “modelo diferenciado de superdotação e talento”, de François Gagné, que diferencia "dotação" (potencial natural, ou aptidão) de "talento" (desempenho superior desenvolvido, ou habilidade).