У нас вы можете посмотреть бесплатно No enterro da mamãe, ela riu do meu vestido… sem saber que era da marca que me pertence. или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
⛔ESSA HISTÓRIA E GRAVAÇÃO DE IMAGENS FOI FEITA PELO CRIADOR DO CANAL UMA BELA HISTÓRIA. NÃO AUTORIZO UTILIZAR MINHAS HISTÓRIAS ⛔ A terra ainda estava úmida do orvalho da manhã quando o caixão foi baixado. Um som oco ecoou ao tocar o fundo do túmulo, e senti minha garganta fechar. Aquele som significava fim — mas também libertação. Minha mãe nunca me abraçou. Nem quando criança, nem quando adulta. Seu amor era uma moeda rara, distribuída em migalhas para quem mais a bajulasse. E minha irmã Letícia, sempre com seu sorriso treinado e pose de capa de revista, era a filha perfeita que ela fazia questão de exibir como troféu. Eu? Eu era a sombra no canto da sala. A filha que, por algum motivo, simplesmente… existia. Mas jamais bastava. Letícia estava de preto. Um preto que mais parecia desfile do que luto. Vestido justo, salto fino, maquiagem impecável — tudo meticulosamente planejado para que sua dor fosse esteticamente agradável. Ela se aproximou de mim com passos lentos, teatralmente tristes. Meus olhos estavam vermelhos, não de choro por quem morreu, mas pela dor de tudo o que nunca existiu entre nós. A ausência de um abraço, de um "me perdoe", de qualquer resquício de amor real. — Tente parecer decente da próxima vez — sussurrou Letícia, com um olhar carregado de veneno. Seus olhos passearam pelo meu vestido preto, simples, sem decotes, sem brilhos, sem rendas — mas feito à mão, com seda pura, da coleção de estreia da marca que eu criei em segredo. Não respondi. Apenas a encarei por um breve segundo, tempo suficiente para que ela soubesse: eu a vi por dentro. E não havia beleza ali. Olhei para o túmulo. Minha mãe estava enterrada. Mas o que sempre me feriu nela… ainda estava vivo em Letícia. E era com isso que eu teria que lidar. Naquela noite, voltei sozinha para o apartamento que alugava com esforço em um bairro longe do glamour da minha família. As paredes eram finas, os móveis poucos, mas ali eu respirava sem precisar me provar para ninguém. Ali, a verdadeira Helena existia. Enquanto tirava o vestido e o dobrava com delicadeza, um sentimento estranho tomou conta de mim. Não era raiva. Era foco. Letícia não sabia o que havia começado naquele enterro.