У нас вы можете посмотреть бесплатно Meus pais fugiram pra Paris no dia do meu casamento… sem imaginar que eu casaria com um milionário. или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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⛔ESSA HISTÓRIA E GRAVAÇÃO DE IMAGENS FOI FEITA PELO CRIADOR DO CANAL UMA BELA HISTÓRIA. NÃO AUTORIZO UTILIZAR MINHAS HISTÓRIAS ⛔ Eu sempre soube que não era a favorita. Desde pequena, meus pais deixavam isso claro, mesmo quando tentavam disfarçar com sorrisos forçados e presentes em datas obrigatórias. Enquanto o meu irmão, Eduardo, recebia aplausos por tirar notas medianas, eu era criticada por “exagerar” quando tirava nota máxima. Eles o celebravam como um prodígio, mesmo que tudo o que ele fizesse fosse respirar alto e jogar videogame até tarde. Já eu, mesmo sendo aceita em uma universidade pública entre os primeiros colocados, ouvia: “Fez mais do que devia, como sempre.” Mas eu aguentei. Porque, mesmo com o coração esmagado de rejeição, eu acreditava que o amor podia ser conquistado com esforço. Eu só precisava tentar mais, sorrir mais, desistir menos. Acreditei nisso por anos. Até o dia do meu casamento. Era pra ser o dia mais bonito da minha vida. Eu acordei cedo, ansiosa, cercada por madrinhas agitadas, maquiadoras com pincéis e fotógrafos sorridentes. O vestido estava pendurado na frente da janela, absorvendo a luz suave do amanhecer. Eu estava radiante. Nervosa, mas feliz. Pela primeira vez, sentia que algo realmente meu estava nascendo. Eu havia encontrado alguém que me via. Alguém que enxergava além da filha ignorada, da irmã esquecida, da mulher deixada de lado. O nome dele era Pietro. E, ao contrário de tudo o que eu conhecia até então, ele me amava com presença, com constância, com palavra. Nunca usou o silêncio como arma. Nunca me comparou a ninguém. Ele me escolheu. Enquanto me arrumava, olhei o celular. Nenhuma mensagem da minha mãe. Nem uma ligação do meu pai. Pensei: “Devem estar dormindo. Talvez estejam preparando alguma surpresa.” Eu ainda alimentava esperanças, mesmo depois de uma vida inteira de evidências contrárias. Então, às nove e vinte e dois da manhã, o porteiro subiu com um envelope. — Entregaram isso aqui na portaria, disseram que era urgente. — ele falou, desconfiado. Eu assinei, tremendo. O envelope era leve, sem remetente. Reconheci a letra de longe. Aquela caligrafia inclinada era da minha mãe. Abri. Um único bilhete. Três linhas. “Boa sorte explicando por que fomos embora. Estamos em Paris com o Eduardo. Um beijo — ou não. Mamãe.” Fiquei ali parada, os dedos tremendo, o ar me escapando como um furo invisível nos pulmões. Li de novo. E de novo. Como se pudesse mudar o que estava escrito. Mas a crueldade estava lá, intacta. As madrinhas perceberam algo errado. Mas não tive forças pra explicar. Minha família me abandonou no dia do meu casamento. Não por emergência. Não por doença. Não por acidente.