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“Vida de chofer é assim… cê tá rodando de boa no tapete preto da B R cento e dezesseis, fazendo média no bruto, café velho no copo e pensando só em puxar mais um frete filé… aí do nada o destino mete uma bucha na tua rota. Eu tava lá, na boleia do meu Scania R QUATROCENTOS E CINQUENTA vermelho, de leve, batendo lata depois de entregar carga… quando vi uma menina no acostamento, toda assustada. Na hora pensei: c tá doido chofer… isso tá com cheiro de Q R M. Mas antes que eu pudesse passar reto… ela abriu a porta do caminhão e entrou sem nem pedir licença. Foi naquele segundo que eu percebi uma coisa… aquele dia na B R cento e dezesseis não ia ser só mais uma grega de estrada. Ia virar uma história daquelas que nem o rádio P X acredita quando a gente conta. — Break, break… alguém copiando na cento e dezesseis? A voz estourou no meu rádio P X bem na hora que eu tava descendo um trecho de top puxado da B R cento e dezesseis. A boleia do meu Scania R QUATROCENTOS E CINQUENTA vermelho vibrava inteira, carregada de sacaria de areia doce. O bruto tava forte, mas a pista ali não perdoava. Apertei o botão do microfone. — Copiado aqui… quem tá na escuta? Chiado. Depois outra voz respondeu. — Aqui é o Gaúcho do Asfalto, chofer… cuidado aí na frente que tem botina preta da P R F parada no quilômetro quarenta e pouco. Soltei um riso curto. — T K S pela moral, parceiro. Soltei o microfone e tirei o pé do acelerador. Melhor não dar bobeira. Aquela viatura de P R F tinha fama de pegar caminhoneiro que descia banguela. Olhei a estrada pela frente. Tapete preto esticando no horizonte. Caminhão passando. Barra móvel correndo ligeiro. E eu ali… sozinho na boleia. Sempre sozinho. O motor roncava firme. O Scania R QUATROCENTOS E CINQUENTA vermelho era uma viatura de respeito, bem cuidada, bruto que nunca me deixou na mão. Diferente de muita bicheira que eu já dirigi por aí. Passei a mão no painel como quem conversa com um velho amigo.