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Você já se perguntou como as grandes redes de longa distância evoluíram para suportar altas taxas de transmissão sem os gargalos do passado? No centro dessa evolução está o Frame Relay, uma tecnologia de rede de longa distância (WAN) que revolucionou a forma como os dados trafegam globalmente. Surgindo como uma resposta necessária às limitações do antigo protocolo X.25, o Frame Relay foi projetado para entregar alta velocidade e baixo atraso, tornando-se uma peça fundamental na história da infraestrutura de comunicação corporativa. Neste guia educativo, exploramos como o Frame Relay opera especificamente na Camada de Enlace (Camada 2) do modelo OSI. Ao contrário de tecnologias rígidas do passado, ele utiliza a comutação por pacotes, o que permite aproveitar o meio compartilhado de forma extremamente inteligente e dinâmica. Um ponto crucial para entender o seu funcionamento é que ele é um protocolo orientado à conexão, o que significa que um caminho lógico deve ser estabelecido antes que qualquer dado seja efetivamente enviado entre os pontos. Essa comunicação ocorre através de Circuitos Virtuais, que podem ser Permanentes (PVC) ou Comutados (SVC), simulando um link dedicado entre dois pontos remotos através de uma nuvem compartilhada. Para que a rede saiba exatamente por onde cada quadro de informação deve trafegar, o protocolo utiliza identificadores numéricos específicos chamados DLCIs. Mas o que realmente torna o Frame Relay tão veloz em comparação com seus antecessores? A resposta está na sua simplicidade técnica e na utilização da multiplexação estatística, que oferece muito mais flexibilidade no compartilhamento de portas. Além disso, para atingir essa performance superior, o Frame Relay tomou uma decisão técnica audaciosa: ele não realiza o tratamento de erros nem o controle de fluxo. Se um erro for detectado através da checagem de soma (FCS), o pacote é simplesmente descartado, delegando a tarefa de solicitar a retransmissão do que foi perdido para as camadas superiores da rede. Mesmo com essa abordagem simplificada, a tecnologia permite implementar Qualidade de Serviço (QoS) de forma eficaz. Através do parâmetro CIR (Committed Information Rate), as partes podem negociar um valor mínimo de tráfego garantido para a comunicação. Isso assegura que a banda necessária para operações críticas esteja sempre disponível, independentemente do volume total de tráfego na rede. E as inovações não param nos dados puros; com a técnica VoFR (Voice over Frame Relay), o protocolo também é capaz de transportar voz. Como o Frame Relay não possui recursos nativos de sincronia, essa adaptação exige a inserção de números de sequência e carimbos de tempo nos pacotes para garantir que a voz chegue de forma compreensível e organizada ao destino final. Palavras-chave: Frame Relay, WAN, Redes de Computadores, Camada de Enlace, Comutação por Pacotes, PVC, SVC, DLCI, CIR, VoFR, Qualidade de Serviço, QoS, Tecnologia da Informação, Infraestrutura de TI, Protocolo de Rede. Hashtags: #framerelay, #redesdecomputadores, #wan, #ti, #tecnologia, #infraestrutura, #camada2, #informatica, #estudos, #concursoti, #networking, #protocolos, #pvc, #svc, #dlci, #cir, #vofr, #computacao, #telecom, #dicasdeti, #tecnico, #cybersecurity, #itprofessional, #educacao, #aprendati, #redes, #sistemas, #internet, #estudar, #techbr