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Há uma febre de aplicativos para tridimensionalizar, colorizar, animar fotos antigas e dar “vida” ao passado. Com recursos de inteligência artificial e aplicativos populares nas redes, é possível, “ressuscitar” artistas e personagens históricos para interpretar cenas que nunca viveram, bem como rejuvenescer, envelhecer e “embelezar” qualquer um com poucos cliques. Para além das disputas de direitos autorais e problemas específicos da cultura do entretenimento, esse novo repertório tecnológico pode impactar nossa percepção da história e da memória, reforçando negacionismos políticos e estereótipos sobre corpos supostamente perfeitos e eternamente jovens. Palestra do módulo Inteligência Artificial: submissão e subversão, de Giselle Beiguelman A Inteligência Artificial traz possibilidades inéditas de controle da sociedade, mas abre também novos caminhos de criação artística e crítica. Nenhuma tecnologia é neutra e toda fotografia, seja feita com IA ou não, é produto de uma série de instâncias técnicas e programáticas que vão dos modos de enquadrar ao que fica fora do recorte da cena. O uso de inteligência artificial vem borrando as fronteiras entre a realidade e a ficção, tornando cada vez mais difícil verificar a legitimidade de fotos e vídeos. Enquanto ainda se debate a ética da manipulação digital, programas inventam imagens verossímeis, com consequências políticas e sociais imprevisíveis. Essas imagens vieram para ficar e não são uma mera atualização do que o estalinismo fez com Trotsky, apagando-o das fotos em que aparecia com Lenin, algo que o nazismo fez em incontáveis outras vezes. Estamos além da era do “homem sem a câmera” e do mundo pós-Photoshop. O nosso agora é o da imagem sem o humano. A virada não é apenas técnica. É improvável que as IAs sejam capazes de controlar nosso olhar no sentido de nos forçar fisicamente a olhar para algo. No entanto, as técnicas de visão computacional baseadas em inteligência artificial podem influenciar o que vemos, no que prestamos atenção e como moldamos a visualidade. É nesse contexto que se anunciam novas questões das políticas da imagem configuradas pela inteligência artificial. Essas questões apontam tanto para uma cultura visual que se expande a partir de parcerias inéditas entre humanos e máquinas, como também evidenciam os riscos de um condicionamento tal em que só enxergaremos aquilo que a visão computacional pré-determinar. Nesta programação, quatro artistas e pesquisadoras discutem seus vieses racistas, seus impactos nas indústrias criativas e, sobretudo, como a arte tensiona e se apropria de seu repertório tecnológico. Inscreva-se no canal e clique no sininho para ser notificado das novidades! Siga as redes da TV Cultura! Facebook: / tvcultura Twitter: / tvcultura Instagram: / tvcultura Site: https://tvcultura.com.br/ Siga o Instituto CPFL Facebook: / institutocpfl Twitter: / cafe_filosofico Site: http://www.institutocpfl.org.br/