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Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o.” (1 Reis 18.21) A pergunta de Elias no monte Carmelo não foi dirigida a pagãos, mas ao povo da aliança. Eles conheciam o nome do Senhor, ofereciam sacrifícios e ainda assim mantinham dois altares. O texto não descreve ignorância, mas duplicidade. O povo não negava o Senhor; apenas se recusava a abandonar os outros deuses. Essa é a essência da vida dupla: não rejeitar Deus abertamente, mas dividir com Ele o coração. A Escritura afirma que Deus não aceita essa divisão. O profeta Isaías declara: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.” (Isaías 29.13) Aqui, a denúncia não é falta de linguagem religiosa, mas distância do coração. A vida dupla cria uma falsa espiritualidade: palavras corretas, gestos piedosos, mas um coração governado por outro senhor. Tiago chama esse homem de “instável em todos os seus caminhos”, porque um coração dividido jamais encontrará firmeza diante de Deus (Tiago 1.8). O próprio Cristo tratou essa questão de forma pontual ao dizer: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro.” (Mateus 6.24) Jesus não apresenta essa afirmação como uma exortação emocional, mas como um princípio espiritual inegociável. O coração humano não suporta dupla lealdade. Sempre haverá um trono, e esse trono será ocupado por Deus ou pelo eu. A vida dupla nasce quando o homem deseja Cristo como Salvador, mas preserva a si mesmo como senhor. Em contraste com essa duplicidade, a Escritura nos apresenta Cristo como o padrão perfeito de inteireza. O Filho de Deus não viveu entre dois pensamentos. Ele declarou: “Eu faço sempre o que lhe agrada.” (João 8.29) Sua vida foi uma entrega contínua ao Pai. No deserto, recusou os atalhos que preservariam o eu. No Getsêmani, submeteu sua vontade ao dizer: “Não se faça a minha vontade, mas a tua.” (Lucas 22.42) Na cruz, levou essa obediência ao fim, pois está escrito: “Humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” (Filipenses 2.8) Onde nós dividimos o coração, Cristo o entregou por inteiro, sua obediência perfeita expõe nossa idolatria, e sua morte expia nossa duplicidade. A cruz não é apenas um símbolo de perdão, mas o anúncio da morte do eu. Por isso, Jesus chama seus discípulos dizendo: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me.” (Lucas 9.23). O chamado do evangelho não é para uma fé de aparência, mas para um coração quebrantado. O salmista declara: “Os sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Salmo 51.17) Deus resiste à duplicidade, mas acolhe o arrependimento sincero. A boa notícia é que Ele não apenas ordena um coração inteiro, mas promete concedê-lo: “Dar-vos-ei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo.” (Ezequiel 36.26), assim, o chamado permanece diante de nós: abandonar os ídolos ocultos, especialmente a idolatria do eu, e render-se completamente ao senhorio de Cristo. Nele, e somente nele, somos libertos da vida dupla para viver diante de Deus com um coração inteiro, para a glória daquele que nos amou e se entregou por nós.