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ME CHAME PARA PALESTRAS: pontoemcomum@supernova.etc.br _____________ Pra entender quando a vida “começa” no útero, a gente precisa acompanhar uma jornada que parece simples, mas é um verdadeiro filtro de probabilidades absurdas — e que passa por anatomia, química, biologia celular e até por um detalhe curioso de como a medicina conta semanas de gestação. Neste vídeo, começamos pelo útero, tubas uterinas e ovários, onde aparece uma das coisas mais contraintuitivas do corpo humano: o óvulo é enorme (dá pra ver a olho nu) porque, logo após a fecundação, ele precisa sustentar uma sequência de divisões celulares muito rápidas. Só que antes disso acontece um “torneio” desigual: de dezenas a centenas de milhões de espermatozoides, uma fração minúscula chega perto do óvulo na tuba — e aí entra em cena a zona pelúcida, a camada externa “escorregadia” que impede o óvulo/embrião de grudar em qualquer lugar… e que também funciona como uma porta com chave e fechadura. A gente explora como esse encaixe espécie-específico evita combinações inviáveis entre espécies, como o espermatozoide usa enzimas para atravessar a zona pelúcida, e como o óvulo dispara uma reação que bloqueia a entrada dos outros (pra evitar que múltiplos núcleos entrem e baguncem o desenvolvimento). Quando finalmente acontece a união dos núcleos, nasce o zigoto — a primeira célula de um ser humano — e as divisões aceleram até formar a mórula (por volta de 3–4 dias), onde as células ainda são totipotentes. Mas o vídeo vira a chave no ponto em que muita gente não pensa: conforme o desenvolvimento avança, surge a distinção entre trofoblastos (que vão contribuir para anexos embrionários como a placenta) e embrioblastos (que vão formar os tecidos do bebê), e o embrião entra no estágio de blastocisto (por volta do 5º dia). E aí vem o grande “checkpoint” da vida no útero: quando a zona pelúcida se desfaz e o blastocisto finalmente pode tentar a implantação na parede uterina — um processo delicado, com várias etapas que podem falhar. É aqui que a pergunta do título fica interessante: dá pra dizer que a vida começa na fecundação, mas também dá pra argumentar que a vida “no útero” só começa quando existe implantação e, com ela, uma gravidez clinicamente detectável. O vídeo também explica por que existe confusão até na contagem: em obstetrícia, muitas vezes a “idade gestacional” é calculada a partir do primeiro dia da última menstruação, o que cria um paradoxo curioso (em termos biológicos, fecundação e implantação vêm depois). No fim, não é um vídeo pra “dar resposta fácil”: é pra mostrar por que o mesmo fenômeno pode ter definições diferentes (biológica, clínica e prática médica) — e como, pra qualquer um de nós estar aqui hoje, foi preciso vencer uma sequência de etapas improváveis, com timing perfeito e detalhes microscópicos fazendo toda a diferença. Conteúdo educativo e informativo; não substitui orientação médica. Se inscreva pra mais vídeos sobre biologia, embriologia e ciência do corpo humano. Palavras-chave: fecundação, fertilização, zigoto, mórula, blastocisto, implantação, útero, tuba uterina, ovário, óvulo, espermatozoide, zona pelúcida, reação cortical, totipotência, pluripotência, trofoblasto, embrioblasto, anexos embrionários, placenta, gravidez clínica, idade gestacional, última menstruação, embriologia humana. _____________ Apresentação e Roteiro: Davi Calazans Edição: Rodrigo Fernandes _____________ Este canal faz parte do Science Vlogs Brasil. _____________ Busque as referências deste vídeo no link no canal. 591