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"Declaro nula a prova digital por ausência de cadeia de custódia." Esta situação está se tornando mais comum nos tribunais brasileiros. Alexandre Atheniense aborda como preparar provas contra nulidades e o que fazer quando a cadeia de custódia não é perfeita. Principais temas abordados 01:25 • Nova realidade: nem todo print serve como prova 01:59 • Análise mais rigorosa dos tribunais superiores vs instâncias inferiores 03:22 • Exemplo de coleta irregular: celular sem mandado judicial 04:35 • Diferença entre alegação genérica e demonstração de prejuízo 05:32 • Estratégia da prova de contexto para casos imperfeitos 09:04 • STJ: necessidade de demonstrar prejuízo concreto 10:41 • Integridade do dispositivo e espelhamento bit a bit 13:03 • Como filmar procedimentos para documentar transparência 13:42 • Comportamento dos tribunais em relação à transparência 14:26 • Principais casos de nulidade: vícios na coleta 15:47 • Problema dos PDFs sem metadados das imagens originais 17:25 • Aplicação dos artigos 158-A e 158-B em todas as áreas 18:25 • Estratégia: não alterar nada em relação à prova original Desde 2021, STJ e STF aplicam mais rigorosamente os artigos 158-A e 158-B do CPP. Primeira e segunda instâncias ainda estão se adaptando, mas a tendência é de endurecimento progressivo. O que mudou fundamentalmente é que não basta mais alegar "quebra de cadeia de custódia" - o STJ exige demonstração de prejuízo concreto ao cliente. A estratégia da prova de contexto é apresentada como alternativa para quando não conseguimos cumprir integralmente os 10 requisitos técnicos. Atheniense aborda como fazer cruzamento com outras evidências (testemunhas, documentos físicos), construção de narrativa cronológica convincente, demonstração de conformidade lógica entre fatos, e contextualização com eventos do mundo real. Os cases de nulidade mais comuns incluem coleta irregular (policiais fotografando celular aberto sem mandado), prova com vícios (PDF com fotos sem metadados originais), quebra de integridade (dispositivo alterado entre coleta e análise), e cadeia interrompida (falta documentação de passos intermediários). A técnica do espelhamento bit a bit é apresentada como procedimento recomendado: filmar todo o processo de duplicação, demonstrar que o original permanece intacto, extrair código hash do original e da cópia, comprovar identidade bit a bit entre ambos, e trabalhar apenas com a cópia durante análise. As estratégias preventivas incluem documentar cada passo da coleta, usar ferramentas que geram logs automáticos, preservar metadados originais sempre, evitar conversões desnecessárias de formato, e manter cronologia detalhada de ações. Quando há limitações técnicas, existem abordagens específicas para cada situação. PROVAS DIGITAIS é uma série de 10 episódios em que Alexandre Atheniense, advogado especialista em direito digital com 40 anos de experiência, analisa em profundidade o tema com apresentação do também advogado e jornalista Alexandre Secco. Baixe também o e-book "O GUIA COMPLETO DAS PROVAS DIGITAIS", que consolida o conhecimento apresentado em formato de consulta prática.