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📚Democratização da escola pública - Jose Carlos Libâneo | compre 👉https://amzn.to/4r4fp2L Curso Prova Nacional Docente 👉 Acesse aqui: https://go.hotmart.com/D103811604S?dp=1 📘 Apostila da Prova Nacional Docente Material de apoio essencial para estudar com organização e segurança. 👉 Link: https://go.hotmart.com/X103812284Y?dp=1 ________________________________________ 🎒 Materiais Pedagógicos para Professores 📅 300 Planos Diários – Maternal (2026) Planejamentos prontos, alinhados à BNCC e pensados para facilitar sua rotina. 👉 Acesse: https://go.hotmart.com/O103811076A?dp=1 ✏️ Curso Do Zero à Alfabetização Ideal para quem deseja compreender e aplicar o processo de alfabetização com segurança e embasamento. 👉 Link: https://go.hotmart.com/M103811101K?dp=1 A imagem do professor com a cabeça dividida, apresentada por Dermeval Saviani, é um retrato poderoso da educação brasileira. De um lado, o ideal pedagógico inspirado na Escola Nova, que defende o aluno como centro do processo, a aprendizagem pela experiência e a educação como descoberta. Do outro, a realidade dura da sala de aula: turmas lotadas, falta de recursos, estruturas precárias e políticas educacionais impostas de cima para baixo, que cobram eficiência, resultados em provas e padronização. Essa contradição é o ponto de partida para compreender as diferentes filosofias educacionais que moldam a escola no Brasil, analisadas de forma sistemática por José Carlos Libâneo. Libâneo organiza essas concepções em duas grandes correntes: a pedagogia liberal e a pedagogia progressista. A pedagogia liberal, apesar do nome, não tem relação com uma visão libertadora. Ela nasce do liberalismo econômico e político, base do capitalismo, e entende a escola como responsável por preparar os indivíduos para ocupar seus lugares na sociedade. Embora fale em igualdade de oportunidades, ignora as desigualdades de condições, transformando diferenças sociais em suposto mérito individual. Dentro dessa corrente, surgem quatro vertentes. A tradicional vê o professor como detentor do saber e o aluno como receptor passivo, priorizando disciplina e memorização. A renovada progressivista, ou Escola Nova, rompe com esse modelo ao colocar o aluno no centro, defendendo o “aprender fazendo” e o professor como facilitador. A renovada não diretiva leva essa lógica ao extremo, focando no desenvolvimento emocional e na autoexpressão, reduzindo ao mínimo a intervenção do professor. Já a pedagogia tecnicista entende a educação como treinamento para o mercado de trabalho, inspirada no behaviorismo e muito presente no Brasil durante o regime militar. Em oposição, a pedagogia progressista parte da ideia de que a educação nunca é neutra e deve contribuir para a transformação social. A pedagogia libertadora, de Paulo Freire, critica a “educação bancária” e propõe o diálogo e os temas geradores como base da aprendizagem. A vertente libertária aposta na autogestão escolar e na vivência democrática como forma de transformação. Por fim, a pedagogia crítico-social dos conteúdos, defendida por Libâneo, busca uma síntese: valoriza o acesso ao conhecimento sistematizado, especialmente para as classes populares, sem abrir mão da análise crítica da realidade. Nessa perspectiva, o professor atua como mediador entre o saber do aluno e o saber universal, ajudando a formar sujeitos capazes de compreender e transformar o mundo.