У нас вы можете посмотреть бесплатно Glicogênio e Endurance Efetivo Janeiro-2026 или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
A evolução do glicogênio como polímero altamente ramificado e osmoticamente neutro representa uma inovação bioquímica ancestral destinada a lidar com ambientes marcados por intermitência energética. A conservação filogenética das enzimas responsáveis por sua ramificação e desramificação indica que sua função primária sempre esteve associada à regulação metabólica e não apenas ao armazenamento de energia. Nos vertebrados, essa função evolutiva manifesta-se de forma sofisticada no fígado e no músculo esquelético, onde o glicogênio assume identidades funcionais distintas, porém integradas. No fígado, o glicogênio encontra-se fisicamente e funcionalmente associado ao retículo endoplasmático, formando um sistema glicogeno-reticular que integra glicogenólise, liberação de glicose para a circulação, detoxificação e controle redox. Essa organização subcelular explica por que a depleção do glicogênio hepático compromete a manutenção da glicemia durante o exercício prolongado e ativa mecanismos sistêmicos de limitação do desempenho. Modelos matemáticos de corpo inteiro demonstram que a síntese e a degradação do glicogênio hepático ocorrem de forma simultânea, configurando ciclos de substrato que mantêm o sistema em estado de prontidão metabólica. No músculo esquelético, o glicogênio distribui-se em pools subcelulares especializados. O compartimento subsarcolemal relaciona-se à excitabilidade da membrana e à sinalização hormonal; o intermiofibrilar integra-se à maquinaria glicolítica e às mitocôndrias; e o intramiofibrilar, embora quantitativamente minoritário, exerce influência desproporcional sobre a função contrátil. A proximidade do glicogênio intramiofibrilar com o retículo sarcoplasmático permite a modulação direta da liberação de cálcio, tornando esse pool essencial para a manutenção da potência contrátil durante esforços repetidos. A depleção seletiva desse compartimento compromete o acoplamento excitação–contração sem induzir colapso energético global. A distinção entre relevância local do glicogênio intramuscular e limitação sistêmica do desempenho é central para compreender os dados contemporâneos em fisiologia do exercício. Evidências indicam que a fadiga em endurance correlaciona-se mais fortemente com a hipoglicemia induzida pelo exercício do que com a depleção do glicogênio muscular total. A ingestão de pequenas quantidades de carboidratos durante o exercício melhora o desempenho ao preservar a glicemia, reduzindo a glicogenólise hepática e protegendo a função neural, sem implicar repleção significativa dos estoques musculares. Assim, o glicogênio emerge como uma infraestrutura metabólica regulatória, cuja função depende da integração entre arquitetura subcelular, coordenação intertecidual e controle neural do esforço.